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31 de março de 2011



Créditos: www.evacolorido.com.br

Algumas ideias para a Páscoa retiradas da net

                                      Créditos: http://aprendendoacompartilhar.blogspot.com

24 de março de 2011

Bullying

Bullying

 

Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.
O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.
As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.
As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.
O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.
No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.
Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

Fonte:
http://www.brasilescola.com/sociologia/bullying.htm

22 de Março - Dia Mundial da Água

História do Dia Mundial da Água
O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.
Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.

Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.

Declaração Universal dos Direitos da Água
Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Fonte:
http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_mundial_da_agua.htm
 

15 de março de 2008

VIVER NUM OCEANO OU NUM AQUÁRIO, DEPENDE DE CADA UM.

História: O peixinho e o seu despertar

Um peixe vivia num grande aquário cheio de pedras, areia, plantas aquáticas e muitos outros peixinhos.Levava uma vida tranqüila e aparentemente possuía tudo que precisava para ser feliz.Um dia, ele observou o ralo que existia no fundo do aquário e passou a imaginar o que haveria do outro lado.A partir daí, ele se empenhou em descobrir uma forma de passar pelo ralo a fim de conhecer o que havia além daquele mundo em que vivia.Passava dia e noite imaginando e planejando sua fuga, até que teve a idéia de comer menos para emagrecer e assim conseguir passar por ali.Seus companheiros diziam que estava ficando perturbado e que essa história ainda iria lhe causar problemas, mas, apesar das criticas negativas e falta de compreensão dos colegas, o peixinho continuava a sonhar, até que um dia percebeu que seu corpo já havia emagrecido o suficiente para passar pelo orifício. Esperou uma oportunidade e conseguiu escapar.Passou por um cano muito estreito que o levou para a rede de esgoto, onde a correnteza o empurrou para um rio e depois de algum tempo acabou no mar.Ao chegar no oceano, o peixinho ficou vislumbrado com tanta beleza, aquilo sim é que era felicidade. Mas, embora usufruindo de toda maravilha da vida em liberdade, pensou em seus companheiros presos naquele aquário e, assim, resolveu voltar a fim de contar-lhes o que havia descoberto e ajudá-los a conquistar também a liberdade.Com todo o esforço, lutando contra a correnteza, conseguiu voltar ao aquário e contar para todos da sua experiência.Para sua surpresa, ninguém acreditou em suas palavras, desprezando-o ainda mais e concluindo que ele havia enlouquecido de vez; todos concordavam com a idéia de que só existia aquela forma de vida: o aquário. Triste e desolado o peixinho volta sozinho para o oceano e lá chegando conversa com a Baleia sobre sua decepção:- Eu não me conformo que meus companheiros prefiram passar o resto de suas vidas num aquário, tendo a possibilidade de viverem nesse oceano maravilhoso – disse o peixinho.- Calma! – respondeu a baleia, amavelmente – não se desespere, um dia eles também conhecerão o oceano quando despertarem para essa possibilidade.- E se não despertarem? – continuou o peixinho perguntando.- Então, viverão no aquário para sempre. Procure aceitar a idéia de que viver num oceano ou num aquário depende principalmente da escolha de cada um.E assim o peixinho viveu naquele oceano, fazendo novos amigos, por muitos e muitos anos.
Reflita sobre a pergunta: Você luta por aquilo que acredita?
Conclusão: Para que isso se torne possível em nossa vida precisamos praticar e é por isso que damos algumas dicas como tarefa de casa, a ser cumprida durante a semana:

Dicas Práticas:

1) Observe se sua vida caiu numa mesmice, e tenha coragem de admitir que você tornou-se acomodado.
2) Analise se você tem medo do novo e por isso evita mudanças, pois o medo e a insegurança podem lhe levar à desculpas.
3) Acredite que você veio ao mundo para realizar uma grande missão e quando as pessoas não acreditarem nisso não desanime, imagine que elas ainda não despertaram.

Frase da semana: É preciso coragem para o sonho se tornar realidade.

21 de fevereiro de 2008

Criatividade e Sabedoria

Hoje, vivemos em um mundo bastante competitivo e estamos sempre em busca de aperfeiçoamento em todos os campos da nossa vida.
A critividade é um ponto fundamental e um "diferencial" para quem busca trilhar por caminhos que conduzam ao sucesso profissional.
Deus nos dá o Dom, e é nosso dever colocá-lo em prática a serviço da humanidade, para nossa satisfação pessoal e das pessoas ao nosso redor, contribuindo desta forma, para o crescimento de todos sem distinção, compartilhando criatividade e sabedoria.