Páginas

25 de novembro de 2011

PROJETO CAATINGA : Um bioma a ser descoberto

Compartilhando um pouco do trabalho realizado em minha escola com sugestões de vídeos, artesanato, atividades elaboradas por mim e voltadas para alunos do 1º ano - Ensino Fundamental I - visando atender as habilidades propostas no plano de ensino do IQE - Instituto Qualidade no Ensino, no qual minha escola faz parte.

24 de agosto de 2011

Entrevista com Bernard Schneuwly

O psicólogo suíço Bernard Schneuwly diz que os professores precisam de material didático para trabalhar com leitura e escrita

Denise Pellegrini (dpellegrini@abril.com.br)

Bernard Schneuwly. Foto: Rogério Albuquerque
Bernard Schneuwly. Foto: Rogério Albuquerque
Você pode não conhecê-lo pelo nome, mas o trabalho do suíço Bernard Schneuwly, professor da Universidade de Genebra, já deixou de ser novidade há algum tempo, principalmente para quem leciona Língua Portuguesa. Suas idéias sobre gêneros e tipos de discurso e linguagem oral estão nos Parâmetros Curriculares Nacionais. Desde a década de 1980, o psicólogo de 49 anos, doutor em Ciências da Educação, pesquisa como a criança aprende a escrever. Os estudos resultaram na criação de seqüências didáticas para ensino de expressão escrita e oralidade. Os conceitos presentes nesse material didático se difundem aos poucos no Brasil. Schneuwly vem colaborando com a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em trabalhos na área e pesquisadores da instituição estão publicando uma coleção com seqüências didáticas inspiradas no modelo suíço. A seguir, os principais trechos da entrevista que ele concedeu a NOVA ESCOLA.
O que seus estudos propõem de novo no ensino da língua?
Bernard Schneuwly
Colocamos a questão da comunicação no centro do ensino da língua materna. Esta é a mudança mais significativa: dar às crianças mais possibilidades de ler, de escrever textos, de aprender gramática e ortografia em função da comunicação.
Conteúdo relacionado
Tudo sobre
As aulas de gramática devem ser dadas em função dos textos?
Schneuwly
É essencial ensinar as crianças a ler e a produzir textos. Quando começam a estudar elas têm de realizar essas tarefas e, de maneira geral, não se dá importância suficiente à questão. Isso não significa deixar de dar também um pouco de gramática à parte. É possível fazer isso analisando sentenças complexas extraídas dos próprios textos. Há ainda uma outra maneira, mais forte na Suíça: pedir que os estudantes escrevam sentenças que depois são usadas para análise e aprendizado.
Quanto tempo da aula deve-se dedicar à gramática?
Schneuwly
Em meu país, e eu sei que aqui acontece o mesmo, cerca de 70% ou 80% do ensino da língua corresponde a gramática e ortografia e apenas 20% ou 30% a leitura e escrita. Temos trabalhado para chegar a um equilíbrio. Além disso, acho que há gramática demais nas séries iniciais e de menos nas finais. Na Suíça, depois do ensino elementar, os estudantes aprendem apenas literatura. Mas há problemas gramaticais complexos que poderiam ser estudados por jovens de 16, 17, 18 anos.

Por que há um peso maior em ortografia e gramática?
Schneuwly
Porque é mais fácil dar aulas sobre esses dois temas. Existem livros didáticos e dicionários disponíveis. No entanto, muitos educadores não sabem o que fazer no momento de trabalhar leitura e escrita. Eles precisam de material para isso.

É o trabalho que o senhor vem desenvolvendo na Suíça?
Schneuwly
Sim. Em 1990 houve uma demanda oficial do governo para que o grupo de pesquisa do qual faço parte criasse um material que ajudasse a ensinar expressão escrita e oralidade. Ao mesmo tempo os docentes diziam, em congressos, que precisavam lecionar comunicação mas não tinham métodos. O fato de os professores terem pedido mudanças foi muito importante. Era sinal de que eles estavam prontos para adaptar-se. Mais do que se tivesse havido uma imposição.

Como é o material?
Schneuwly
São quatro volumes. Um destinado para 1ª e 2ª séries, um para 3ª e 4ª, outro para 5ª e 6ª e o último para 7ª , 8ª e 9ª. Em todos eles há uma apostila que deve ser usada pelo aluno e outra pelo professor, escrita para que ele possa usá-la sem dificuldade, com apenas um dia de treinamento. São cerca de 40 seqüências didáticas para diferentes tipos de texto: científico, ficção científica, histórias de aventuras, crítica literária, entre outros.

A oralidade também é trabalhada?
Schneuwly
Sim. As crianças a desenvolvem ao fazer uma entrevista, participar de um debate ou expor um tema para uma platéia, por exemplo.

Recursos como esses conseguem mudar o trabalho do docente? Ou ele precisa de mais formação?
Schneuwly
Esse é um problema importante e sua solução deve levar um longo tempo. Há dois pontos envolvidos. Um é a formação inicial. A nova geração tem uma educação melhor e consegue trabalhar da maneira que propomos com mais facilidade. Por outro lado, há a necessidade de formar aqueles que já estão na ativa, que são numerosos. Com o material em mãos, a capacitação pode se dar na teoria e na prática.

Como as seqüências são usadas?
Schneuwly
A criança entra em contato com vários gêneros de texto que serão vistos novamente no futuro. Na primeira vez que estuda entrevista, por exemplo, ela está no 4º ano. Nessa fase, conhece técnicas simples e vai entrevistar um funcionário do colégio. Ela prepara o questionário mas aprende que, se formular as questões espontaneamente, conseguirá melhor resultado. Uma folha pode ser levada com a relação de perguntas de um lado e, no verso, palavras-chave. A consulta será feita só se houver problemas. Outra dica é perguntar algo sobre o que o entrevistado acabou de falar, e não apenas emendar uma questão da lista na outra.

Quando esse mesmo tema será visto novamente?
Schneuwly
No 8º ano, só que com técnicas mais elaboradas. Nessa fase, os alunos estão estudando os diferentes modos de falar. Por isso, têm que entrevistar estrangeiros que aprendem francês em Genebra, ou especialistas em oralidade, como um padre ou um advogado. Eles vão ouvir, ler, analisar, observar, comparar, fazer, escrever. Vão aprender também como redigir a abertura do artigo, apresentando o entrevistado. Nosso método leva à análise e à produção de um gênero.

O programa se desenvolve em forma de espiral?
Schneuwly
Exatamente. O estudante vê determinado gênero uma vez, depois uma segunda e, às vezes, até uma terceira. Debates, por exemplo, são estudados na 3ª, na 6ª e na 9ª séries. A primeira coisa que ele aprende é a ouvir o que está sendo dito. Isso porque é importante usar o que o interlocutor disse, integrando as palavras dele ao seu próprio discurso. Outra coisa: se uma pessoa fala algo que deve ser contestado, isso deve ser feito de maneira não agressiva. São muitas as técnicas.

Aprendemos, de maneira natural, os gêneros orais primeiro. Nas aulas eles devem ser ensinados antes dos escritos?
Schneuwly
Eles podem ser vistos ao mesmo tempo. A escola não ensina a falar. E os brasileiros, particularmente, se expressam muito bem. As crianças daqui são fantásticas! O que precisamos é prepará-las para situações formais, como um debate, uma exposição para um grupo. Para nós, pode começar ao mesmo tempo, porque a escrita ajuda a oralidade e vice-versa.

A psicolingüista argentina Emilia Ferreiro defende há mais de 20 anos a utilização de textos variados, principalmente em substituição à cartilha. Há relações entre as idéias defendidas por ela e as suas?
Schneuwly
Acho que dizemos a mesma coisa com outro nome. Talvez uma diferença esteja no fato de que nós, quando trabalhamos com um gênero, nos aprofundamos bastante nele. Isso leva uma semana, duas, até quatro. Uma outra possível diferença é que Emilia Ferreiro trabalha apenas com os pequenos e nós, até com os adolescentes. Mas as idéias provavelmente não são contraditórias. O importante é que os gêneros representam textos como são vistos nas situações diárias.

Existe um tipo de texto que só é visto na sala de aula?
Schneuwly
Quando você aprende um gênero durante as aulas ele sai da situação social e se transforma num gênero escolar. Uma entrevista feita nessa situação não é a mesma coisa que uma realizada por um profissional. Para nós não há problema nisso, porque acreditamos que a escola é uma instituição social onde as pessoas aprendem. Então, é absolutamente necessário que faça adaptações. Emilia Ferreiro critica as cartilhas por serem textos que não existem fora da classe. Não concordo com ela nesse ponto.

Por quê? Isso não é verdade?
Schneuwly
A idéia de Ferreiro é velha porque parece ruim haver diferença entre a vida real e a escola. É claro que não deve haver uma grande diferença. Mas alguma, sim. Na escola há uma situação social real para a aprendizagem. Lá pode-se correr riscos e cometer erros. Um jornal serve para informar as pessoas. Se você o leva para a sala de aula, ele não está lá mais para esse fim, mas para ser aprendido. Queiramos ou não, não é mais o mesmo contexto social.

Quando um professor leva diversos materiais para a sala de aula, está trabalhando com diferentes gêneros de texto?

Schneuwly
Não. Gênero é a forma mais ou menos convencional que um texto assume: uma entrevista, uma receita culinária, uma história de aventura. Quando você lê um jornal, por exemplo, há muitos gêneros dentro dele e a criança tem que aprender isso.

Gêneros são conteúdos ou ferramentas de trabalho?
Schneuwly
São os dois. É muito fácil explicar isso quando se pega uma receita culinária. Ela é um gênero, tem uma certa forma lingüística, uma estrutura, um vocabulário, mas ao mesmo tempo é, claro, uma ferramenta usada numa situação de comunicação. Transmite a uma pessoa como se prepara uma omelete, por exemplo. Sem essas formas estabelecidas, a comunicação seria muito complicada. Se você não soubesse como é uma entrevista, como seria nossa comunicação nesse momento?

Os estudantes expostos a essa metodologia aprendem mais do que a ler e escrever de maneira adequada?
Schneuwly
Com certeza. Por exemplo, quando os ensinamos a escrever uma carta para um jornal sabemos que, provavelmente, eles não terão necessidade de produzir muitos textos desse tipo. Mas, nesse processo, aprenderão também a argumentar. Eles adquirem capacidades, principalmente capacidades gerais de comunicação.

FONTE: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/ensino-comunicacao-423584.shtml

20 de agosto de 2011

Como elaborar atividades de escrita pelo aluno na alfabetização

Desde as primeiras aulas, escrever leva a turma a refletir a respeito do sistema alfabético, além de formular, testar e avançar nas próprias hipóteses.


No dia a dia da sala de aula, a escrita aparece em listas de presença, calendários, livros, revistas, cartazes... Fora da escola, não é diferente: está em cada carta, e-mail, placa, receita e bilhete. Nessas entrelinhas, o alfabetizador tem um aliado: a escrita pelo aluno - uma das quatro situações didáticas básicas da alfabetização, segundo pesquisas na área - como um instrumento com razão de existir, e não apenas como sílabas, palavras e frases soltas, que não fazem sentido para as crianças. No livro Aprender a Ler e a Escrever, Ana Teberosky e Teresa Colomer falam sobre a importância com esse cuidado: "Apesar de a criança aprender graças à interação com diferentes materiais gráficos, para ‘apropriar-se da linguagem escrita" é necessário que ela participe de situações em que a escrita adquira significação."
Assim, contempla-se o preceito colocado pela psicolinguista argentina Emilia Ferreiro de que qualquer escrita é um conjunto de marcas gráficas intencionais, mas são as práticas culturais de interpretação que as transformam em objetos simbólicos e linguísticos.

Escrita pelo aluno de parlendas e cantigas
         
Neste trabalho, o professor:

- Foca a atenção do aluno apenas para o ato de escrever, sem a preocupação de criar o texto.
- Oferece espaço de troca de opiniões entre as crianças.


Em 2008, a professora Cecilia Pinheiro, da EM Robert Kennedy, em Petrópolis, a 65 quilômetros do Rio de Janeiro, investiu em parlendas e cantigas para alavancar o processo de alfabetização. Ciente da importância de propor à turma de 1º ano a escrita de textos conhecidos, Cecilia decidiu fazer disso uma atividade permanente. "Assim, as crianças tiveram mais oportunidades de se voltar apenas para o próprio ato de escrever, sem prender o pensamento à criação", conta a professora (leia o projeto didático).

Um desses momentos foi a produção escrita de Atirei o Pau no Gato. Antes de começar, a classe foi ao pátio da escola para cantar e brincar com a letra da cantiga. Já em sala, a professora propôs a produção de um cartaz que ficasse no corredor da escola para que outras turmas também apreciassem os versos da canção. Depois, separou o grupo em duplas para que um complementasse as ideias do outro. “É comum que, entre os silábicos com valor sonoro, existam os que queiram colocar apenas vogais e outros que optem por usar somente consoantes. No começo, ambos ficam relutantes e não querem abrir mão de suas opiniões. Mas, juntos, percebem que faltam elementos nos dois casos e passam a negociar”, diz Cecilia.

A escrita começou com lápis e papel, mas, ao ver que uma dupla se deparou com o dilema de escrever “dona” como “oa” ou “dn”, a professora ofereceu letras móveis para permitir a reflexão da dupla e fez uma intervenção:

- O “d” sozinho não consegue formar o “do”. Que letra está faltando?

- A letra “o”, responderam.

- E como se escreve o “na”? Com o “n” sozinho? Não falta alguma coisa aqui?

- Falta o “a”, berraram os dois.

Cecilia também conta que a cobrança da ortografia não foi uma preocupação nessa atividade. Isso só ganhou destaque ao longo do ano, conforme as crianças avançavam na alfabetização.

De acordo com Denise Maria Milan Tonello, pedagoga e orientadora do Colégio Miguel de Cervantes, em São Paulo, “não adianta mesmo falar em ‘s’ ou ‘ç’ para crianças que ainda não estão plenamente alfabetizadas. As dúvidas aparecerão naturalmente e renderão boas chances de pesquisa. Por exemplo, ao surgir a questão de o ‘qu’ nao escrever a palavra ‘queijo’, os alunos podem fazer um levantamento de outras em que o ‘q apareça e perceber que ele está sempre acompanhado do ‘u’”.

Ainda em relacão às dúvidas ortográficas, o Guia de Planejamento e Orientações Didáticas do Programa Ler e Escrever sugere não só o uso do dicionário como também consultas a uma lista de palavras organizadas coletivamente. A cada nova dúvida solucionada, a turma pode escrever as grafias corretas e, depois, voltar a elas quando necessário.

Escrita pelo aluno de legendas para fotos

Neste trabalho, o professor:
- Mostra a importância do destinatário na construção do texto.
- Permite às crianças a discussão de critérios de seleção.
  Um aspecto que deve ser abordado nas primeiras atividades com a linguagem escrita é o destinatário. É preciso que as crianças tenham a chance de se questionar para quem escrevem e o que é preciso garantir no texto para que o leitor compreenda as informações registradas. Ao mesmo tempo, elas se comprometem com a tarefa porque preveem um propósito de leitura claro e ganham possibilidades de discutir critérios de seleção dos textos.

Com sua turma de 5 anos, a professora Sandra Santos da Silva Jacques, do Colégio Miró, em Salvador, optou por legendar um álbum de fotos dirigido à família da garotada. Para isso, solicitou fotografias tiradas nas férias, em um passeio, viagem ou brincadeira. Com as imagens em mãos, cada um relatou o que fazia no momento da foto, onde estava, quem o acompanhava (leia o projeto didático).

Depois a turma iniciou a seleção das fotografias que entrariam no álbum e a escrita de legendas. “Textos curtos e em que apareça o nome do colega favorecem a realização da atividade. As crianças se apropriam da estrutura das legendas e percebem, por exemplo, que não são extensas e não começam com ‘era uma vez’”, relata Sandra.

Ela também considera que o trabalho em duplas colabora com a construção dos textos e permite que, juntos, os pequenos levantem ideias do que escrever de acordo com o que veem nas imagens. Além disso, sabendo que o álbum se destina aos pais e parentes, as crianças são motivadas a explicar as informações de forma que possam ser compreendidas de maneira clara por qualquer leitor.

Quando um aluno escreveu a legenda de sua própria foto, a posição do enunciador se mostrou um problema. A professora explicou a ele que o texto não poderia ser “Eu na fazenda” porque seria lido em outro lugar por pessoas que não o conheciam. “Escreva Marcelo no lugar do ‘eu’, assim você informa qual é o seu nome.” Outra questão recorrente nas discussões foi a temporalidade. Alguns alunos escreviam nas legendas indicadores como “no mês passado” ou “no fim de semana”. A docente levou a turma a refletir sobre isso.


 

Escrita pelo aluno de lista de personagens 
conhecidos pela turma

Neste trabalho, o professor: 
 
- Propõe a reflexão sobre o sistema de escrita.
- Desenvolve na turma comportamento leitor e escritor.
  A professora Adriana de Oliveira Rocha, do Colégio Sidarta, em Cotia, na Grande São Paulo, lançou mão das listagens com crianças de 5 a 6 anos no ano passado. A seleção para a escrita por parte dos alunos incluía elementos como ingredientes de receitas, brinquedos que os pequenos levavam de casa e nomes de fantasias. Uma das listas foi a que compôs uma galeria de personagens conhecidos como Cinderela e Chapeuzinho Vermelho (leia a sequência didática).

A atividade começou com uma conversa sobre quais histórias faziam parte do repertório da turma e quais eram mais apreciadas. Com base nessa checagem inicial, Adriana montou uma lista de personagens a serem nomeados por escrito pelos pequenos. Então, a cada etapa do trabalho, ela distribuía uma ficha de atividade individual, com uma gravura ou ilustração de um dos personagens previamente listados. Depois de identificarem coletivamente quem era ele e de qual história fazia parte, escreviam seu nome com letras móveis.

Como a reflexão sobre o sistema de escrita é permanente e requer que a produção seja avaliada e revista pelas crianças, as letras móveis funcionam como boas aliadas. “Elas permitem mudar o que foi escrito”, diz Denise Tonello. Para evitar que as crianças se percam em problemas como “cadê o L?”, ela sugere não misturar uma quantidade grande de letras e, se possível, guardá-las em caixas com divisões, na ordem do abecedário. Após as intervenções da professora e da troca de experiências dentro de grupos de trabalho, os alunos redigiam os nomes individualmente e com lápis e papel.

Com a ajuda de peças móveis ou no papel, é indispensável confirmar o que foi produzido. Ao ler o que escreveram, os alunos realizam o ajuste entre o que se fala e o que se escreve e, desse modo, tornam as falhas mais aparentes. Tal habilidade é tão importante que figura nas expectativas de aprendizagem do Guia de Planejamento e Orientações Didáticas do programa Ler e Escrever, das secretarias estadual e municipal de Educação de São Paulo. Entre as demais expectativas estão compreender o funcionamento alfabético do sistema de escrita, escrever textos que conhece de memória, reescrever histórias conhecidas e produzir textos de autoria, como bilhetes, cartas e instrucionais.

Segundo Adriana, o projeto dessa galeria ajudou a desenvolver comportamentos leitores e escritores ao longo do ano, como explorar livros da biblioteca de sala, identificar a história com base no seu título e escrever a lista dos personagens. A cada proposta, surgiam novos desafios, que, de acordo com Denise, colaboraram muito na evolução da escrita das crianças.

http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao

Buscando melhorias para a prática pedagógica


DIFICULDADES DOS ALUNOS


1- Não reconhece as letras:  
Atividades a serem aplicadas a esse tipo de dificuldade:

 *
jogo de Bingo


*O professor deve apresentar cada letra do alfabeto com músicas
• Recortar palavras (iniciadas pela letra … , terminadas com a letra...)


2- Não consegue formar PALAVRAS:
Atividades a serem aplicadas a esse tipo de dificuldade:
• Desfazer uma palavra recortando suas letras, embaralhando e montando novamente
• Recortar letras e formar palavras
• Formar palavras com o alfabeto móvel
• Bingo
• Forca
• Competição em grupos – quem formar a maior lista de frutas, carros, animais, etc. vai brincar com o grupo na quadra na 6ª feira durante 30 minutos (ou outro prêmio)
• Formar o maior número de palavras usando somente as letras de uma palavra escolhida . Ex. Melancia – mel, laca, ana, anel, canela, mela, lance, além, ela.
• Analisar rótulos e identificar o nome do produto, não a marca. Encaixar os nomes numa seqüência vertical alfabética ou num acróstico. Expor na classe.
• Dominó com figuras e palavras.
• Dominó com palavras em letra bastão de um lado e letra cursiva do outro
• O que tem lá… na cozinha, no quarto, na sala, no quintal. Cada grupo escreve no seu quadro e depois compara com os outros grupos
• Colcha de Retalhos – uma surpresa, um dia feliz, um dia triste, uma arte (estrepolia), músicas que você mais gosta, um passeio inesquecível, um susto, um tombo, mais alguma coisa
• Completar as palavras em que estão faltando letras
• Cruzadinhas
• Modelos estáveis expostos na sala de aula


3- Não consegue formar frases 
Atividades a serem aplicadas a esse tipo de dificuldade:
• Recortar as palavras de um texto, uma a uma, embaralhar e montar novamente
• Mandar pequenos bilhetes


4- Não tem segmentação frasal
Atividades a serem aplicadas a esse tipo de dificuldade:
• Dar um texto todo emendado e pedir que o aluno o separe em palavras (ASABELHINHASPRODUZEMODELICIOSOMEL)
• Ler um texto dizendo ESPAÇO ou batendo uma palma entre cada palavra. Ex. As (espaço) abelhinhas (espaço) produzem...


5- Lê, mas não escreve
Atividades a serem aplicadas a esse tipo de dificuldade:
• Copiar textos interessantes
• Mandar bilhetinhos
• Hora do Tudo Escrito (os alunos só podem se comunicar por escrito com a professora e com os colegas, senão pagarão um castigo ou multa. Os que conseguirem podem ganhar um pequeno prêmio)


6- Só copia, mas não lê
Atividades a serem aplicadas a esse tipo de dificuldade:

• Bingo
• O professor deve apresentar cada letra do alfabeto com músicas
• Recortar palavras (iniciadas pela letra … , terminadas com a letra...)
• Desfazer uma palavra recortando suas letras, embaralhando e montando novamente
• Recortar letras e formar palavras
• Formar palavras com o alfabeto móvel
• Bingo
• Forca
• Competição em grupos – quem formar a maior lista de frutas, carros, animais, etc. vai brincar com o grupo na quadra na 6ª feira durante 30 minutos (ou outro prêmio)
• Formar o maior número de palavras usando somente as letras de uma palavra escolhida . Ex. Melancia – mel, laca, ana, anel, canela, mela, lance, além, ela.
• Analisar rótulos e identificar o nome do produto, não a marca. Encaixar os nomes numa seqüência vertical alfabética ou num acróstico. Expor na classe.
• Dominó com figuras e palavras.
• Dominó com palavras em letra bastão de um lado e letra cursiva do outro
• O que tem lá… na cozinha, no quarto, na sala, no quintal. Cada grupo escreve no seu quadro e depois compara com os outros grupos
• Colcha de Retalhos – uma surpresa, um dia feliz, um dia triste, uma arte (estrepolia), músicas que você mais gosta, um passeio inesquecível, um susto, um tombo, mais alguma coisa
• Completar as palavras em que estão faltando letras
• Cruzadinhas
• Recortar as palavras de um texto, uma a uma, embaralhar e
montar novamente
• Mandar pequenos bilhetes




7- Lê, mas não entende


Atividades a serem aplicadas a esse tipo de dificuldade:
• Contar e explicar uma piada
• Desenhar, mostrar e explicar seu desenho
• O aluno contará a história de um livro sem palavras


8- Não se expressa bem oralmente
Atividades a serem aplicadas a esse tipo de dificuldade:
• Contar e explicar uma piada
• Desenhar, mostrar e explicar seu desenho
• O aluno contará a história de um livro sem palavras
• Hora da conversa ou da novidade
• O aluno deve ler bastante (textos, imagens) para ter idéias
• O prof. nunca deve repreender o aluno quando ele responder errado, mas incentivá-lo a tentar novamente


9- Não consegue estruturar textos
Atividades a serem aplicadas a esse tipo de dificuldade:
• Ter contato e identificar diferentes tipos de textos


10 -Não tem seqüência lógica de idéias
Atividades a serem aplicadas a esse ipo de dificuldade:
• Ordenar seqüências de acontecimentos (figuras) e escrever uma história
• O professor lerá um texto interrompendo-o várias vezes, solicitando que os alunos o completem
• Produção de texto em grupo

11 -Não se concentra
Atividades a serem aplicadas a esse tipo de dificuldade:
• Hora do jogo (dama, dominó, milhão, montagens, da velha, pega varetas, etc.)
• Ditado relâmpago (o prof. mostra uma figura ou palavra durante alguns segundos e em seguida o aluno escreve o que viu)
• O prof. contará uma história fazendo o entendimento do texto. Contará a mesma história no dia seguinte modificando os detalhes para que os alunos desenhem ou escrevam sobre as cenas mentirosas.

12- Recusa-se a fazer as atividades Este aluno é provável vítima de negligência familiar, sem hábitos de estudo ou quer chamar a atenção.
Neste caso, o professor pode:
• Analisar se as atividades programadas estão interessantes, coerentes, desafiadoras
• Elogiar quando fizer as atividades
• Tentar descobrir se está com algum problema, aconselhar, conversar francamente
• Tentar convencer amigavelmente
• Exercer autoridade
• Ser um verdadeiro general algumas vezes

13- Não reconhece os números. Não associa o numeral à quantidade
Atividades a serem aplicadas a esse tipo de dificuldade:
• Bingo
• Dominó
• Material Dourado
• Ábaco

14- Não faz a seqüência numérica
Atividades a serem aplicadas a esse tipo de dificuldade:

• Tabuleiro

• Bingo com falta de números

• Pular corda com cantiga que tenha seqüências (Com quantos anos você vai se casar? Com 1, com 2, com 3, ... Pares e Ímpares, 5 em 5, etc.

 
15- Não abstrai operações matemáticas
Atividades a serem aplicadas a esse tipo de dificuldade:

• Boliche (soma ou subtração)

• Dominó

• Brincar de feira, supermercado, de comprar e vender

 FONTE: http://blogaberes.blogspot.com/2010/01/dificuldades-dos-alunos-interferencias.html

2 de agosto de 2011

OLÁ AMIGUINHAS.....

Ando muito ocupadinha por isso estou sem postar nadinha. Breve eu estarei voltando. Bjs para todas as amigas blogueiras e visitantes.

14 de julho de 2011

PROMOÇÃO

FORRRAÇÃO FRANCESA SORTEIO DIA 13 DE AGOSTO
ENTRE NO BLOG PARA PARTICIPAR - http://cursosbyclaudiawada.blogspot.com/

Mais um SORTEIO especial no blog Cursos by Claudia Wada! Desta vez, uma maleta grande com forração francesa e o DVD Forração Francesa com Claudia Wada que será lançado nos próximos dias! 


Para participar do sorteio, utilizaremos as seguintes regras: 
1) É necessário ser seguidora do meu blog. Se você não é, basta se tornar.
2) Deixe um comentário nesta postagem e coloque seu nome, endereço do seu blog e endereço de e-mail. Como neste blog os comentários são moderados, não se preocupe de comentar e não ver seu comentário publicado imediatamente. Liberarei todos no mesmo dia em que chegarem. ATENÇÃO: CONFIRA SE SUA IDENTIFICAÇÃO COMO SEGUIDORA É A MESMA QUE APARECE NO COMENTÁRIO. Em sorteios anteriores não conseguimos identificar algumas pessoas. Algumas deixaram seus comentários e não foram encontradas como seguidoras do blog.
3) Caso você divulgue meu blog para os seus amigos com um link em seu próprio blog, você terá chances EM DOBRO de ganhar. Se você não possui um blog, e decidir divulgar pelo Twitter ou Facebook, envie-me um endereço na internet onde eu possa confirmar sua divulgação e garanta também o DOBRO DE CHANCES DE GANHAR.
4) Alunas dos cursos ministrados no período de 4 de julho a 12 de agosto ganharão dois números para participar do sorteio. 
5) Caso a ganhadora não seja de São Paulo e eu não tenha a oportunidade de entregar pessoalmente a bolsa, deverá me enviar uma foto sua com a peça ganha, para que seja divulgada neste blog.

Participe!

Boa sorte a todas!!!!
Beijos!




11 de julho de 2011

PAP (passo-a-passo) encontrados na net





PAP- Flor de Jujuba

Material: -Jujubas coloridas 1 saco grande rende aproximadamente 32 flores- contando com as perdas-aquelas tronchas, grudadas, que vem em pedacinhos e as que minha boca surrupiou!! rsrsr
              - Folhas de Celofane 12 x 12 cm, tentei fazer com a 10 x 10 com, mas não consegui.
              - Palitos de pirulito, churrasquinho, brochet...
               -Durex e fita para finalizar

Fonte: http://ateliedacaie.blogspot.com/2010/10/pap-flor-de-jujuba.html

Sorteio Duplo

                                                              PARTICIPE DO SORTEIO  
http://arteiracraft.blogspot.com/2011/05/sorteio-3.html

Mês de maio, mês das mães, mês das noivas e mês da Arteira Craft.

É nosso aniversario de 3 anos de blog... Eeeeee
E para comemorar vamos ao "sorteio para as seguidoras" de mais uma Almofadinha e um Mug Rug.
A pedidos a almofadinha vai ser a do passarinho verde.

Dessa vez a melhor frase vence.

No sorteio da almofadinha vence a melhor frase para ser bordada nas almofadinhas e o mug rug vai ser sorteado aleatoriamente para quem postar esse sorteio em seu blog.
As frases podem ser poema, letra de musica ou uma simples frase legal.
Podem ser quantas frases quiserem.

A frase devera se escrita nesse link que ficará disponível para você escrever o que quiser.

Lembrando que:
1. Vence a melhor frase.
2. Quem postar o sorteio em seu blog e divulgar concorre a um mug rug lindão
3. O sorteio é "exclusivo para as seguidoras do blog".

O sorteio será dia 21 de agosto devido a estarmos de mudança no Atelie!
Boa sorte e Bjks para todas!!! :)
http://arteiracraft.blogspot.com/2011/05/sorteio-3.html

9 de julho de 2011

SORTEIO NO BLOG DA ALINE ARTS EM E.V.A.......

Enter no blog da Renata arte em E.V.A
http://renata-barreiros.blogspot.com/
e participe do sorteio desta linda maleta.
 
PROMOÇÃO NO AR......SORTEIO, BRINDE.... NO ALINE ARTS EM E.V.A.......
MEU PASSO A PASSO NO PROGRAMA MULHER.COM VAI AO AR DIA 08/07...E ESSE FOI O DIA ESCOLHIDO PARA A PRIMEIRA PROMOÇÃO, SORTEIO,BRINDE...(CHAME COMO QUISER)....DO MEU BLOG.


 
PARA PARTICIPAR É NECESSÁRIO:
  • SEGUIR O BLOG.
  • DEIXAR UM COMENTÁRIO NA POSTAGEM COM E-MAIL PARA CONTATO.
  • DIVULGAR ESTA PROMOÇÃO EM SEU BLOG.
  • TORCER PARA SER O GANHADOR(A).

VOCÊ PODERÁ GANHAR:
  • UMA MALA DE E.V.A. FEITA COM CAIXA DE SAPATOS E
  • UMA APOSTILA COM O PASSO A PASSO...PARA VC FAZER E VENDER MUUUUITO.

3 de julho de 2011

Reciclagem de garrafas pet

Realmente saber reaproveitar é a onda do momento. Vejam algumas sugestões que encontrei na net usando garafas pet.


Tulipas, belas flores feitas com garrafas pet

Imagine fazer belas tulipas e enfeitar o seu jardim com a reciclagem de pequenas garrafas Pet. As garrafas podem ser as garrafas de plástico mini, aquelas bem pequenas de refrigerante, soda e até as garrafinhas de iogurte.
Fazendo a reciclagem e reutilização das garrafas, nós estaremos contribuindo com nosso planetinha e deixando nossa casa mais bonita.
Vamos ao tutorial bem resumido:
Corte com cuidado dando o formato das pétalas de tulipas. Depois aqueça a borda para fazer o acabamento. Faça no fundo um pequeno buraquinho para entrar o cabinho da flor. Agora pinte de sua cor preferida, deixe secar.
No meio coloque uma bolinha de isopor pintada de amarelo para fazer o miolo. As folhas faça utilizando também o corpo da garrafa pet.Corte em formato de pena e dobre ao meio para fazer uma marca.
Decore e recicle com mais essa idéia  ecológica.

Fonte: http://cacareco.net/2011/01/03/tulipas-belas-flores-feitas-com-garrafas-pet/





26 de junho de 2011

Surpresinha no Blog Atelie de Artesanato

O blog Atelie de Artesanato está dando duas revistas 
de brinde para seus seguidores e quem divulgar ainda 
concorrerá a um brinde surpresa.
Participe!!

13 de junho de 2011

Bandeirola Junina GG

Bandeirola feita sob encomenda para uma amiga. Vi este casal de espantalho na net e resolvi fazê-los para enfeitar a enorme bandeirola. Ficou linda!!!
A primeira imagem eu encontrei no blog da Cristina Azul e amei! As demais foram feitas por mim. 





7 de junho de 2011

A maldição do Professor

Conta a lenda que, quando Deus liberou o conhecimento sobre como ensinar os homens, determinou que aquele "saber" ficaria restrito a um grupo muito selecionado de sábios. Mas, neste pequeno grupo, onde todos se achavam "semi-deuses", alguém traiu as determinações divinas...
Aí aconteceu o pior!!!!!!...
Deus, bravo com a traição, resolveu fazer valer alguns mandamentos:
1º - Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental.
2º - Não verás teu filho crescer.
3º - Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga.
4º - Terás gastrite, se tiveres sorte. Se for como os demais terás úlcera.
5º - A pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o china in box.
6º - Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrarem cabelos.
7º - Tua sanidade mental será posta em cheque antes que completes 5 anos de trabalho.
8º - Dormir será considerado período de folga, logo, não dormirás.
9º - Trabalho será teu assunto preferido, talvez o único.
10º - As pessoas serão divididas em 2 tipos: as que ensinam e as que não entendem. E verás graça nisso.
11º - A máquina de café será a tua melhor colega de trabalho, porém, a cafeína não te farás mais efeito.
12º - Happy Hours serão excelentes oportunidades de ter algum tipo de contato com outras pessoas loucas como você.
13º - Terás sonhos com cronograma, planejamento, provas, fichas de alunos, provas substitutivas e não raro, resolverás problemas de trabalho neste período de sono.
14º - Exibirás olheiras como troféu de guerra.
15º - E, o pior...inexplicavelmente gostarás de tudo isso...
16º - Serás chamado de PROFESSOR
E finalizando, deixo a nossa oração:
ORAÇÃO DO PROFESSOR
Planejamento que estais no computador
Carregado seja o
Vosso Programa
Venha a nós o vosso ensinamento
Seja gerada a ficha de lançamento
Assim no Diário como no e-mail
A contrapartida nossa
de cada dia nos dai hoje,
Perdoai os nossos deslizes
Assim como nós
perdoamos quando há deslizes
Não nos deixeis cair em Auditoria
E livrai-nos da
Fiscalização da direção
Amém.

Nem Jesus aguentaria ser professor...

Nem o Senhor Jesus aguentaria ser um professor nos dias de hoje....
O Sermão da montanha (*versão para educadores*)
Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado
sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem.

Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a lição da Boa Nova a todos os homens.

Tomando a palavra, disse-lhes:
- Em verdade, em verdade vos digo:

- Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
- Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
- Felizes os misericordiosos, porque eles...?

Pedro o interrompeu:

- Mestre, vamos ter que saber isso de cor?

André perguntou:
- É pra copiar?

Filipe lamentou-se:
- Esqueci meu papiro!

Bartolomeu quis saber:
- Vai cair na prova?

João levantou a mão:
- Posso ir ao banheiro?

Judas Iscariotes resmungou:

- O que é que a gente vai ganhar com isso?

Judas Tadeu defendeu-se:
- Foi o outro Judas que perguntou!

Tomé questionou:
- Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?

Tiago Maior indagou:
- Vai valer nota?

Tiago Menor reclamou:
- Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.

Simão Zelote gritou, nervoso:
- Mas porque é que não dá logo a resposta e pronto!?

Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!

Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:
- Isso que o senhor está fazendo é uma aula?
- Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica?
- Quais são os objetivos gerais e específicos?
- Quais são as suas estratégias para recuperação dos conhecimentos prévios?

Caifás emendou:
- Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades integradoras com outras disciplinas?
- E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais?
- Elaborou os conteúdos conceituais, processuais e atitudinais?

Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:
- Quero ver as avaliações da primeira, segunda e terceira etapas e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade.
- Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto.
- E vê lá se não vai reprovar alguém!

E, foi nesse momento que Jesus disse: "Senhor, por que me abandonastes..."

FONTE: Texto circulado na net, recebi por e-mail.

CYBERBULLYING – Quando o Professor é o Alvo

By Roseli Brito
 
O assunto agora é bullying e cyberbullying, onde  crianças estão sendo vítimas dos  colegas de turma, quer seja no mundo real ou no virtual. E o que dizer quando é o Professor que torna-se o alvo de cyberbullying pelos próprios alunos ? Quer seja entre crianças, ou com os adultos o fato é que o cyberbullying não é brincadeira, é crime, e deve ser tratado como tal.
Infelizmente o cyberbullying contra Professores está sendo amplamente praticado na internet. Os alunos criam comunidades dedicadas exclusivamente a fazer chacota, difamar e humilhar os Professores, que sequer suspeitam de tais atos contra a sua pessoa.
Outra modalidade de cyberbullying é a criação de “fakes” , que em inglês, quer dizer “falso” , está sendo usado para criar contas ou perfis falsos que ocultam a identidade real do usuário e/ou criador. Como isso é feito ?
O aluno que conhece que o Professor tem Orkut, ou perfil em qualquer rede social, faz a clonagem desse perfil e posta o que bem entende, quer seja da vida pessoal e/ou profissional do Professor, geralmente com fatos falsos que denigrem a imagem e ferem a integridade do Professor.
O Professor, Coordenador, Diretor, e/ou qualquer membro da Equipe também  sofrem esse tipo de abuso cibernético. Os alunos, pelos celulares, tiram fotos e postam difamações na internet e  fazem todo tipo de montagem e clonagem.
A saída é realizar a prevenção para conscientizar os alunos e os pais acerca das conseqüências a que estarão sujeitos caso tal fato ocorra, afinal o cyberbullying está longe de ser uma brincadeira inocente, é considerado crime e passível de penalidade.
Mas, supomos que você descubra que o fato já ocorreu, e que seu nome e sua identidade está sendo alvo de abusos na internet por parte de alunos. A saída neste caso é defender-se, e assim você tem todo o direito de prestar queixa e solicitar sanções penais para os envolvidos.
Se o aluno for menor de 16 anos, os pais serão processados  por injúria, calúnia e difamação. Se o aluno tiver entre 16 e 18 anos ele deverá assumir a responsabilidade juntamente com os pais, se for maior de 18 anos assumirá a responsabilidade total pelos crimes.
Ao prestar queixa em delegacia não esqueça de levar impresso as páginas dos sites e testemunhas do ocorrido, assim você terá a prova documentada para fundamentar sua queixa.
Essas medidas podem parecer duras, porém é preciso que os jovens sintam o peso das conseqüências de seus atos, só assim serão inibidos a não praticarem o errado, atacando a integridade de outras pessoas.
Uma outra medida é antes de prestar a queixa, chamar os pais, juntamente com o aluno e apresentar as provas das difamações, informar a respeito das conseqüências caso o site/perfil, etc, não forem retirados da internet imediatamente.

FONTE: http://www.sosprofessor.com.br/blog/?p=378

3 de junho de 2011

26 de maio de 2011

Feitos por mim...

Reciclei CD's velhos e fiz as bases para colocar os bonecos, o menino foi feito em emborrachado, a menina de biscuit (aproveitei a boneca que recebi de lembrança de aniversário).

Cartazes para Sala de Aula